quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

COMO OS GAMES PODEM AFETAR O NOSSO CÉREBRO

O minfográfico a seguir, mostra como os games podem afetar o Cérebro




Jogar requer níveis de atenção e concentração que estimulam muitas áreas do nosso Cérebro, considerado um dos órgão mais importante do corpo humano.

Vamos ver o que pensa a neurocientista a seguir, sobre esse tema bastante controverso. Alguns são a favor dos games e outros são contras, deixando os pais confusos, já que, atualmente, com a modernidade e a tecnologia avançando numa proporção muito veloz incentivando as crianças e alunos futuristas no mundo os games.


Para a neurocientista britânica Susan Greenfield, o admirável mundo novo da internet e das redes sociais não é tão admirável assim. 

Videogames e redes sociais estão, na visão dela, criando uma nova geração – a de "nativos digitais" – que vai passar a maior parte de sua vida online.

Segundo ela. "As crianças que estão crescendo agora nesse ambiente do ciberespaço, não vão aprender como olhar alguém nos olhos, não vão aprender a interpretar tons de voz ou a linguagem corporal", disse em entrevista ao site de VEJA, concedida em sua passagem pelo Brasil para falar na "Conferência Fronteiras do Pensamento", em São Paulo e Porto Alegre. 

Apesar de enxergar com pessimismo um mundo em que estejamos conectados a maior parte do tempo, Susan diz que não adianta proibir crianças e adolescentes de usar videogames e redes sociais.


"É preciso oferecer um mundo tridimensional mais interessante para eles." 


"Todos estão interessados em saber como as tecnologias digitais, especialmente a internet, afetam o cérebro. A primeira coisa a saber é que viver afeta o cérebro. O cérebro muda a todo instante de nossas vidas. Tudo que é feito durante o dia vai afetar o cérebro. A razão disso é que o cérebro humano se desenvolveu para se adaptar ao ambiente, não importando qual fosse esse ambiente. É interessante notar que agora o ambiente é muito diferente, de maneira sem precedentes", diz Susan.

Afirma ainda que, ..." já foi demonstrado que jogar videogames pode ser similar a fazer um teste de QI. Pode ser que o aumento de QI visto em alguns testes aconteça graças à repetição de uma certa habilidade ao jogar videogames. Agora, só porque vemos um aumento de QI em quem joga videogames não quer dizer que haja um aumento de criatividade ou capacidade de escrita."

... Existem outras questões também. Há uma grande diferença entre os chamados "imigrantes digitais", pessoas como eu e possivelmente pessoas como as que estão lendo essa entrevista e que tiveram uma educação convencional, cresceram lendo livros, tendo relações apropriadas, em três dimensões, e as crianças que estão crescendo agora, recebendo um comando evolucionário para se adaptar ao meio ambiente.


Será que a neurocientistas está com a razão?


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