segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

COMO GESTORAS TRANSFORMARAM A INFRAESTRUTURA DE SUAS ESCOLAS


Estou postando essa matéria para divulgar o trabalho dessas 4 Gestoras, demonstrando que, com trabalho, boa vontade, união e colaboração de todos, muitas escolas públicas brasileiras podem se tornar um ambiente agradável, prazeroso e humanizado para todos que estão envolvidos no processo educacional desse País, principalmente, alunos, pais, familiares, gestores, professores, coordenadores, equipe pedagógica, enfim, a sociedade em modo geral. Completando a matéria, eu diria que não só a infraestrutura, mas, também, o sistema educacional pode ser ajustado para benefício de todos.



Conheça 4 gestoras que transformaram a infraestrutura da escola


Elas apostaram na mudança e transformaram o espaço escolar com o apoio da comunidade, da rede de ensino e do poder público


Ocimara Balmant 

"Quando me perguntam sobre que estratégia eu uso para garantir que a escola esteja sempre bem cuidada - sem lâmpadas queimadas, vidros quebrados e pichações -, respondo sem demora: 'Não é mágica nem influência política. É uma questão de saber o que precisa mudar e fazer um planejamento adequado ao orçamento'. Minha escola recebe proporcionalmente o mesmo recurso que outras unidades da rede de ensino. A diferença é a gestão financeira. Todo início de ano, organizo uma reunião com o corpo docente, funcionários e familiares da Associação de Pais e Mestres (APM) para discutir quais serão as prioridades orçamentárias. É a hora de definir se vamos reformar o refeitório, a quadra de esportes ou as salas de aula. Além do mais, sempre que surge uma nova demanda, nos reunimos para avaliar como atendê-la. 

Tudo em ordem o tempo todo


Maria Fernanda Martins Ferreira,diretora da EE Dona Brasília Castanho de Oliveira, que atende mil alunos do Ensino Médio e da segunda etapa do Fundamental em Guarulhos, Grande São Paulo.


Os serviços de manutenção e conservação são pagos com os recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e com as verbas quadrimestrais enviadas pelo governo estadual. Também temos acesso a projetos específicos da Secretaria de Educação. Para pintar o prédio, por exemplo, usamos o Trato na Escola, que fornece a tinta e o material necessários para a pintura do prédio - a escolha da cor, no entanto, fica por nossa conta. 


Como as decisões são tomadas coletivamente, todos se sentem corresponsáveis. Esse engajamento foi uma mudança de postura, que se reflete no dia a dia. Qualquer problema tem de ser resolvido o mais rápido possível, da falta de papel higiênico ao vazamento de água de uma torneira. Não é fácil manter a escola organizada. O ideal seria que o gestor recebesse capacitação específica para a gestão de recursos."

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/conheca-4-gestoras-transformaram-infraestrutura-escola-682319.shtml

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