quarta-feira, 18 de setembro de 2013

DIREITO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA - PROPOSTA DE CONSENSO FOI FECHADA E VAI AO SENADO


Criado em 14 Setembro 2013

O Ministério da Educação (MEC), em conjunto com uma série de entidades e instituições da educação, construiu, na semana passada, uma proposta de consenso sobre a meta 4 do Plano Nacional de Educação (PNE), que trata do direito à educação inclusiva.

O documento será apresentado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que neste momento examina o PNE.



Mediador do diálogo entre diferentes posições de entidades e ONGs que atuam na educação, o MEC recebeu, em Brasília, representantes da:

- Associação Brasileira para Ação por Direitos das Pessoas com Autismo (Abraça);

- Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down;

- Mais Diferenças;

- Centro de Apoio a Mães e Portadores de Eficiência (Campe);

- Fórum Nacional de Educação Inclusiva; 

- União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime);

- Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). 

O acordo que resultou na nova redação da meta 4 do PNE foi subscrito por esses representantes.


Ao tomar conhecimento do teor do documento durante a semana, as seguintes entidades decidiram apoiar:

- Associação Nacional dos Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos dos Idosos e Pessoas com Deficiência (Ampid);

- Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE);

- Campanha Nacional pelo Direito à Educação;

- Instituto Rodrigo Mendes;

- Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferenças da Unicamp;

- Coordenação da Área de Educação Especial e Inclusão (Debas) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).


A secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, Macaé Evaristo, informa que o texto pactuado sobre a meta 4 do PNE diz: “Universalizar, para a população de quatro a 17 anos, com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades-superdotação, o acesso à educação básica, assegurando-lhes o atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, nos termos do artigo 208, inciso III da Constituição Federal e do artigo 24 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada por meio do Decreto Legislativo nº 186, de 9 de julho de 2008, com status de Emenda Constitucional e promulgada pelo Decreto nº 6949, de 25 de agosto de 2009”.

A redação resultante do acordo, segundo a secretária, significa que todas as crianças e adolescentes têm direito a um sistema educacional inclusivo com duas matrículas – um período na classe regular no sistema público de ensino e outro no atendimento educacional especializado, de forma complementar. 

Esclarece também que as entidades filantrópicas conveniadas ao poder público continuam recebendo recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) tal como é feito hoje e sem prazo para acabar.

O documento define, ainda, estratégias sobre parcerias do poder público com instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos para uma série de atividades: para criar condições de atendimento escolar integral a estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades-superdotação matriculados nas redes públicas; para formação continuada de professores e produção de material didático acessível; para favorecer e ampliar a participação das famílias e da sociedade na construção do sistema educacional inclusivo.


Conquistas 

- Dados da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) mostram que a política de educação especial na perspectiva da inclusão ampliou o acesso de pessoas com deficiência nas redes públicas. 

- O censo escolar de 2012 registrou 820.433 crianças e jovens matriculados. Esse número representa crescimento de 143% com relação a 1998. Naquele ano, 337.325 estudantes com deficiências estavam na escola.

- A secretária Macaé  Evaristo, aborda outra conquista no campo da inclusão. - Em 1998, as matrículas de alunos com deficiência se concentravam em 50% dos municípios, em 2012, elas estavam em 90% das cidades. Mas também existe um desafio, segundo Macaé Evaristo: garantir matrícula a 50 mil crianças e adolescentes, com deficiência, em idade escolar, ainda fora da escola. Ela acredita que a nova redação da meta 4 do PNE será um instrumento de inclusão capaz de auxiliar os gestores públicos a vencer esse obstáculo.

- Mudanças físicas nas escolas também são importantes quando se fala em inclusão. Hoje, 37 mil escolas estão preparadas com rampas de acesso, portas largas, piso tátil, banheiros acessíveis a cadeirantes. Essas melhorias foram realizadas com recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Escola Acessível; 28 mil escolas receberam equipamentos para salas de recursos multifuncionais destinadas a apoiar a inclusão: computador com voz, lupa eletrônica, impressora braile; a formação de professores compõe o quadro com 78 mil vagas em cursos de aperfeiçoamento e especialização oferecidos em instituições de ensino superior em todo o país. 

Fontes: http://www.planetauniversitario.com/index.php/notas-do-campus-mainmenu-73/31231-educacao-inclusiva-proposta-de-consenso-ja-esta-fechada-e-sera-levada-ao-senado

MEC Assessoria de Imprensa 

domingo, 15 de setembro de 2013

GRUPO DE DISCUSSÃO ORIENTADA PARA PAIS DE SUPERDOTADOS

ATENÇÃO!

QUEM NÃO PÔDE ESTAR NA SEMANA PASSADA....  


TENHA AINDA MAIS UMA OPORTUNIDADE DE VIR NESSA SEMANA.




Dia 18 de setembro de 2013







ESPERAMOS PAIS INTERESSADOS EM INFORMAÇÕES PARA PODER ENTENDER SEUS FILHOS SUPERDOTADOS.


INODAP

Instituto para Otimização da Aprendizagem
Educação Especial  

Talento e Superdotação

Av. Manoel Ribas, 1800 (Praça Divina Pastora, 330) - Mercês - CEP 80810-000
Fone/Fax: (0xx41) 3343-3448 

 inodap@inodap.org.br



MEC RECEBE PROPOSTAS DE APLICATIVOS EDUCATIVOS PARA TABLETS ATÉ 21/09/2013



13/09/2013 - 20h11
O Ministério da Educação (MEC)
 recebe até o 21 de setembro
propostas de aplicativos educativos para tablets. 

O aplicativo deve ser totalmente gratuito para o usuário, funcionar no sistema operacional Android 4.0 e ficar hospedado na loja virtual Google Play.
"O objetivo é enriquecer o currículo dos alunos e contribuir para a formação continuada dos professores."
Segundo as regras do edital, os aplicativos inscritos devem estar redigidos em língua portuguesa, ou traduzidos para o português do Brasil. Também serão aceitos aplicativos educativos nos idiomas inglês e espanhol, desde que sejam de cursos dos respectivos idiomas.
Os aplicativos podem ser desenvolvidos para quatro áreas diferentes.
A primeira delas é enriquecimento curricular, voltada para as diferentes etapas da educação básica. Há também duas áreas voltadas para a capacitação dos professores e uma área para desenvolver aplicativos acessíveis para alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades (estudantes superdotados).

As propostas serão analisadas a partir do dia 23. 
Os resultados serão publicados no Diário Oficial da União no dia 22 de novembro. 
O prazo para recursos vai de 25 de novembro a 2 de dezembro.
 Os resultados finais sairão em 10 de dezembro.

As propostas deverão ser enviadas pelo correio junto com os formulários preenchidos, em envelopes lacrados, para:

Laboratório de Tecnologias da Informação e Mídias Educacionais (Labtime),
 da Universidade Federal de Goiás (UFG),
 Caixa Postal 24.248, CEP 74.690-970, Goiânia - GO.

Fonte: Da Agência Brasil
Edição: Juliana Andrade

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

BRASIL CONQUISTOU 5 MEDALHAS NA OLIMPÍADA INTERNACIONAL DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA (IOAA)

Este foi o melhor desempenho do país na competição

Estudantes participaram de disputa na Grécia


Os premiados. Da esquerda para a direita: Daniel, Fábio, Larissa, Luís Fernando e Allan
Foto: Divulgação
Os premiados. Divulgação

O GLOBO
Publicado: 06

RIO - A equipe brasileira conquistou duas medalhas de prata e três de bronze na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês), disputada em Vólos, na Grécia. 

Este foi o melhor desempenho do país na competição, que terminou dia 4 de setembro corrente.



Os medalhistas de prata foram Daniel Mitsutani (São Paulo) e Luís Fernando Valle (Guarulhos). E os bronzes ficaram com Fábio Kenji Arai (São Paulo), Allan dos Santos Costa (Bauru) e Larissa Fernandes de Aquino (Recife). Os líderes foram os professores Eugênio Reis (Museu de Astronomia e Ciências Afins, MAST) e Gustavo Rojas (Universidade Federal de São Carlos, UFSCar).

Fábio, Larissa e Luís Fernando já são veteranos em torneios de conhecimento no exterior. Na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), do ano passado, na Colômbia, as duas estudantes foram prata. Já Arai levou a menção honrosa na última IOAA, sediada no Brasil, em 2012.

Antes de embarcarem para a Grécia, os estudantes tiveram dois treinamentos intensivos com professores e astrônomos na cidade de Passa Quatro (MG).

O programa foi dividido em grupos de estudos, oficinas de atividades e observação do céu noturno, com instrumentos e de maneira panorâmica, a olho nu. A equipe aprendeu a fazer análises de dados astronômicos e lidar com ferramentas estatísticas, como, por exemplo, média, desvio padrão, média ponderada e propagação de erros, além de trigonometria esférica.

Os jovens também contaram com um planetário móvel cedido pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), para que se familiarizassem com as constelações do Hemisfério Norte, por meio de projeção. Também aprenderam a montar e a manusear um telescópio equatorial do mesmo modelo que teriam que lidar na Grécia e fizeram simulados das provas, incluindo as das competições passadas e tiveram lições de ciências espaciais.

Segundo o professor João Canalle, coordenador nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), o resultado vem da soma dos esforços dos alunos participantes e dos professores que contribuíram para oferecer treinamento e incentivo aos jovens.

- As medalhas também mostram nossa evolução em eventos de conhecimento no exterior e a necessidade de mais investimentos na educação para que o país possa se destacar cada vez mais no campo científico - disse.


Canalle também chama atenção sobre como a iniciativa motiva os estudantes a despertarem o interesse pela astronomia.

- Nossa área é muito carente de profissionais especializados e dispomos de pouquíssimos professores formados. As olimpíadas científicas surgem com o objetivo de atrair não só os jovens, mas também os futuros mestres em astrofísica - explica.


Fonte: http://oglobo.globo.com/educacao/brasil-conquista-cinco-medalhas-na-olimpiada-internacional-de-astronomia-astrofisica-9379616


terça-feira, 10 de setembro de 2013

QUAIS OS EXERCÍCIOS MAIS INDICADOS PARA O NOSSO CÉREBRO?

A gente ouve dizer que:


"Se aprende melhor quando se é criança".



E é verdade...

"Mas, o nosso cérebro é capaz de tudo e ele não tem limite de idade para aprender."


ASSISTA:

"Cérebro Humano"

Programa completo 
exibido no Globo Reporter do dia 06/09/2013, 
na Rede Globo de televisão.




Exibido em Globo Recorter:


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