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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

EM 5 DE SETEMBRO DE 1850 O AMAZONAS FOI ELEVADO Á CATEGORIA DE PROVÍNCIA







Em 05 de setembro de 1850 
a Comarca do Alto Amazonas foi elevada a categoria de Província, com o nome de Amazonas
através da Lei n° 1852, 
tendo sido nomeado Presidente João Batista de Figueiredo Tenreiro Aranha.



A 5 de setembro de 1850, foi criada a Província do Amazonas pela Lei Imperial nº 1.592, tornando-se a Vila da Barra do Rio Negro

Seu primeiro presidente foi João Batista de Figueiredo Tenreiro Aranha, nomeado em 27 de julho de 1851, que instalou oficialmente a nova unidade provincial a 1 de janeiro de 1852, com o que sua situação de atraso melhorou bastante.[1] Foi criada a Biblioteca Pública e o primeiro jornal foi fundado em 5 de setembro, chamando-se A Província do Amazonas.

Outro periódico de destaque na cidade foi o Estrela do Amazonas, de propriedade do cidadão Manuel da Silva Ramos. Tornaram-se, ambos, as bases do desenvolvimento da cultura local, junto ao teatro e escolas profissionais.

Em 4 de setembro de 1856, pela Lei 68, já no decurso do segundo governo de Herculano Ferreira Pena, a Assembleia Provincial Amazonense deu-lhe o nome de Cidade de Manaus, em homenagem à nação indígena manaos.


Poema de Thiago de Mello em homenagem ao Amazonas:

Nasce o Amazonas

"Da altura extrema da cordilheira, onde as neves são eternas, a água se desprende e traça um risco trêmulo na pele antiga da pedra: O Amazonas acaba de nascer. A cada instante ele nasce. Descende devagar, sinuosa luz, para crescer no chão. Varando verdes, inventa seu caminho e se acrescenta. Águas subterrâneas afloram para abraçar-se com a água que desceu dos Andes. Do bojo das nuvens alvíssimas, tangidas pelo vento, desce a água celeste. Reunidas, elas avançam, multiplicadas em infinitos caminhos, banhando a imensa planície cortada pela linha do Equador. Planície que ocupa a vigésima parte da superfície deste lugar chamado Terra, onde moramos. Verde universo equatorial, que abrange nove países da América Latina e ocupa quase a metade do chão brasileiro. Aqui está a maior reserva mundial de água doce, ramificado em milhares de caminhos de água, mágico labirinto que de si mesmo se recria incessante, atravessando milhões de quilômetros quadrados de território verde...É a Amazônia,A pátria da água."
(Thiago de Mello)



Fonte: Wikipédia





terça-feira, 13 de agosto de 2013

PROJETO CRIA APRENDIZAGEM POR MEIO DE VÍDEO GAMES




Trazendo uma matéria escrita por Thiago Eduardo, extraída http://pceamazonas.com.br/2013/08/12/projet-cria-novos-meios-de-aprendizagem-por-meio-de-video-games/, onde nos inicia afirmando que tempos atrás os passatempos preferidos das crianças e jovens eram relacionados com brincadeiras que ‘mexem o esqueleto’ como: manjas, tacobol, pega-pega, dentre outros. 


Realmente, com a modernidade e o grande avanço tecnológico, num rítmo muito veloz, os jovens se envolveram com os jogos eletrônicos.


Não resta dúvidas de que essa nova geração y e z de jovens da atualidade são antenados num mundo eletrônico, principamente nos games, e com passos sempre à frente de seu tempo, devido à extrema curiosidade e a carga de informação recebida diariamente. A maior prova disso é que no ano de 2012, o mercado de jogos eletrônicos teve um faturamento de quase 67 bilhões de dólares.

Conforme confirmação com informações do estudo global “2013 Games Market Report”, em parceria com a “Newzoo”, este mesmo faturamento deve aumentar em 20 bilhões de dólares até 2016.

Parte deste movimento econômico ou quase todo se deve aos jovens e crianças de hoje que sem dúvida são os grandes consumidores desse gênero.







Ao observar o interesse dos alunos em aprender inglês, e ao mesmo tempo a fascinação pelos jogos eletrônicos, surgiu a ideia de criar o projeto: ‘Na copa de 2014, a aprendizagem da língua inglesa através de uma ferramenta pedagógica diferenciada: os jogos eletrônicos’.

No âmbito escolar, a coordenadora Larissa Gama e apoio técnico Lucas de Jesus desenvolvem um projeto pelo Programa Ciência na Escola (PCE), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisas do Estado do Amazonas (Fapeam), com objetivo de incentivar os alunos na busca de mecanismos para aperfeiçoamento na Língua Inglesa.

Os jovens cientistas Carlos Silva, João Rodrigues, Luciano Andrade, Francisco Campos e Marcus da Cunha participam de forma ativa do projeto.


A ideia foi trabalhada na observação feita pela coordenadora do projeto Larissa Tamys. “Eu quis que eles pudessem aprender mais sobre a língua inglesa em momentos de lazer, de maneira prática e divertida. Percebi o grau de dificuldade que eles tinham com as palavras dentro dos jogos, muitas vezes não tem a tradução para o português. Com isso conseguimos unir o útil ao agradável”, ressalta a professora.

Os alunos relatam que a experiência de serem participantes do projeto tem sido proveitosa e agradável. “Nós começamos a gostar da ideia desse projeto principalmente pela dificuldade que tínhamos em entender as palavras em inglês contidas nos jogos eletrônicos que costumamos jogar, além do que estaremos nos aperfeiçoando ainda mais em outro idioma e dando novas ideias de como aprender o inglês fora das escolas”, avaliam os jovens cientistas.

Projetos como estes certificam a importância que o PCE - Programa Ciência na Escola, tem na melhoria do ensino nas escolas públicas do estado do Amazonas. 

Usa-se criatividade e vontade do professor em trazer novos meios de aprendizagem para a sala de aula ou fora dela, de modo a modificar e aperfeiçoar a forma didática.

Bons resultados são o alvo almejado pelos coordenadores, tanto para a escola como para a comunidade. Isto mostra os bons exemplos a serem seguidos.



quarta-feira, 10 de abril de 2013

TABLETS EM 3D SUBSTITUI LIVRO DIDÁTICO NO RIO DE JANEIRO E AMAZONAS

Aplicativo da EvoBooks exibe conteúdo didático em 3D e em alta resolução para levar experiências dos alunos com games à sala de aula (Foto: Divulgação/EvoBooks)




Com cara de game, app para tablets em 3D substitui livro didático no RJ e AM


Aplicativo tenta levar para sala de aula experiência de vida dos alunos.

São 180 estudantes no Rio de Janeiro e 35 mil no Amazonas, diz empresa.

Helton Simões GomesDo G1, em São Paulo
09/04/2013 09h00 - Atualizado em 09/04/2013 14h33


Enquanto as telas sensíveis ao toque e aplicativos parecem ganhar de professores e lousas cobertas de giz o cabo de guerra pela atenção de alunos em sala de aula, uma empresa paulista assumiu que tablets e smartphones fazem parte do material escolar e transformou em negócio a criação de conteúdo para estes aparelhos.


Desde o começo do ano, já são 180 os alunos que estudam com os aplicativos da EvoBooks no Rio de Janeiro. No Amazonas, o recurso é utilizado por professores em aulas à distância em um projeto piloto que atinge mais de 35 mil alunos.



Segundo Felipe Rezende, cofundador e diretor-executivo da EvoBooks, uma espécie de “editora e estúdio digital”, o negócio central nasceu como uma forma de ensino que utilizasse na sala de aula a experiência de vida dos alunos, permeada pela tecnologia, para facilitar o aprendizado. “É bom ter interatividade, mas não dá para esquecer que o objetivo é passar um currículo.”



Por isso, os programas possuem a estética dos games, mas o conteúdo didático de matérias como Física, Química, Biologia, História e Geografia. Foram desenvolvidos em 3D e qualidade de imagem em HD para atenderem à exigência de quem está acostumado com jogos e filmes ultrarrealistas, diz Rezende (Veja vídeo).
Diferentemente da sisudez na forma de comercialização de livros didáticos, o app pode ser baixado como qualquer outros nas lojas da Apple, Google e Microsoft diretamente nos aparelhos dos alunos.


Com 21 profissionais, a equipe da empresa segue a linha muldisciplinar: na mesma mesa se sentam professores, todos com doutorado ou mestrado, ao lado de experts em tecnologia para aliarem conteúdo e bits e bytes.




Sem apostila


O intuito do aplicativo é substituir não só apostilas e livros didáticos, mas também os cadernos dos alunos. Isso porque, por meio do aplicativo, é possível fazer anotações e compartilhá-las com outros usuários.

As aplicações também beneficiam os professores, que podem desenhar aulas com as ferramentas de criação do app e podem acabar com a dobradinha giz e lousa.
Professor expõe conteúdo em projeção, cujo conteúdo

é visto pelos alunos na tela dos tablets (Foto:
Divulgação/EvoBooks)








“Não é só para o aluno preguiçoso", brinca Rezende. "Os professores também podem salvar os apontamentos em um quadro negro ou resgatar as anotações de uma aula antiga”, diz Felipe Rezende, cofundador e diretor-executivo da EvoBooks.


Além de tentar levar a sala de aula para a era da tecnologia da informação, a EvoBooks também quer surfar na onda das novas ações do ministério da Educação.


A pasta repassou R$ 180 milhões aos Estados para distribuíssem 600 mil tablets para professores e, no último Plano Nacional do Livro Didático, mostrou interesse de que vai comprar livros digitais em 2015.

Por enquanto, a utilização fica restrita a projetos que inovam na forma de ensinar como o Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacionais (Gente), escola modelo da prefeitura do Rio.

Na instituição, localizada na Rocinha, os alunos, além de ter contato com outros eletrônicos como dispositivos híbridos entre tablets e notebooks e lousas digitais, não são divididos em séries, mas em matrizes curriculares.

No entanto, a EvoBooks, diz Rezende, negocia levar o aplicativo a instituições menos heterodoxas. Para o segundo semestre deste ano, está em negociação a implantação em mais de dez escolas particulares e em duas redes públicas, uma municipal, outra estadual.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/04/com-cara-de-game-app-para-tablets-em-3d-substitui-livro-didatico-no-rio.html







domingo, 24 de fevereiro de 2013

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CHEGA À "BIBLIOTECA PÚBLICA DO AMAZONAS"

Reaberta em janeiro de 2013, A "Biblioteca Pública do Estado do Amazonas" traz inovações tecnológicas que vão do simples detector de fumaça a um folheador automático de livros

Foto: Soraia Magalhães


tecnologia está por toda parte. Somos bombardeados todos os dias, a todo o momento, por uma gama de produtos cada vez mais sofisticados no intuito de facilitar a nossa vida. Um exemplo do avanço tecnológico é o uso eficiente na gestão de bibliotecas. A evolução de recursos trouxeram mudanças desde a criação de novos sistemas de gerenciamento a softwares modernos que permitem a interação entre o pesquisador e o usuário.

No Amazonas, a Biblioteca Pública Estadual, recentemente reaberta na área central de Manaus, trouxe muitas novidades na área tecnológica. Uma dessas inovações é a utilização de sistemas contra incêndio, câmeras de monitoramento, somsistema antifurto. Tudo pensando na preservação e segurança das pessoas e do acervo bibliográfico.

Todos os livros da Biblioteca Pública são dotados de um chip de segurança e por todo o prédio também foram instaladas antenas detectoras. Os chips emitem alerta sonoro quando passam pela porta de saída sem antes receber a devida liberação. A informatização estrutural também ganhou espaço. 

Agora, para ter acesso às dependências do local, é preciso passar por catracas eletrônicas no hall de entrada. E cada usuário receberá uma carteirinha que poderá ser emitida na hora, via cadastro informatizado.


ACESSO À INTERNET

A Biblioteca ainda possui um tele centro com mais de 30 computadores ligados à Internet. O local foi adaptado, inclusive, para receber pessoas com deficiência física, visual e auditiva, com equipamentos de audiodescrição, tradução em libras e linguagem de sinais. Há folheador automático, scanner de voz, lupa eletrônica, rede Wi-Fi para visitantes, enfim, uma série de novidades e inovações.

Para os mais tradicionais, o espaço dos livros “físicos” está assegurado, ou melhor, ampliado. A coleção que antes era de 65 mil livros, foi para 375 mil volumes, entre livros, periódicos, jornais, revistas, CDs, DVDs e gibis. A obra mais antiga abrigada pelo prédio centenário é um missal, cuja data estima-se que seja de 1700, escrito por monges copistas, que está no arquivo de obras raras, com mais de 3.000 exemplares.


CONHEÇA MAIS SOBRE A HISTÓRIA DA BIBLIOTECA CENTRAL


A "Biblioteca Pública do Amazonas" foi criada pela Assembleia Legislativa Provincial, por meio da Lei n. 205 de 17 de maio de 1970 presidida por Ramos Ferreira. Inicialmente foi instalada em uma das salas do pavimento superior do velho sobrado localizado na Travessa da Imperatriz, onde funcionava o Liceu Amazonense, hoje Colégio Dom Pedro II.  Estimava-se em 1.200 volumes o seu acervo bibliográfico.

Em 1883, sob a autorização diocesana de Macedo Costa, foi transferida juntamente com o acervo da Diretoria da Instrução Pública, para o consistório do lado oriental da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. No dia 25 de março do mesmo ano, foi fundada a "Biblioteca Púbica Provincial", com um acervo estimado de 3.000 volumes.

A Biblioteca Pública é tombada pelo Patrimônio Estadual, através do Decreto Nº 11.033 de 12 de abril de 1988. É muito frequentada por todas as classes sociais.


Estudantes, pesquisadores e professores podem fazer uso de seu acervo.

A biblioteca também tem um grande acervo de jornais antigos que estão disponíveis à consulta.


Fonte: http://www.cienciaempauta.com.br/
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